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Deolane Bezerra é presa em operação contra suposta lavagem de dinheiro do PCC
Influenciadora e advogada é alvo da Operação Vérnix; esta é a segunda prisão envolvendo o nome de Deolane em investigações policiais
Por Jornalismo
21 de Maio de 2026 às 14:14
A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21) durante uma operação do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC — Primeiro Comando da Capital.
A ação faz parte da Operação Vérnix, que apura a movimentação de recursos oriundos da facção criminosa por meio de empresas utilizadas, segundo as investigações, como fachada para ocultação de patrimônio e circulação de valores ilícitos.
Além de Deolane, também foram alvos da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder da organização criminosa, o irmão dele, Alejandro Camacho, além de familiares e supostos operadores financeiros ligados ao grupo.
Marcola e Alejandro já cumprem pena na Penitenciária Federal de Brasília e foram notificados sobre nova ordem de prisão preventiva expedida pela Justiça.
Segundo as investigações, a apuração teve início após a apreensão de bilhetes e manuscritos encontrados na Penitenciária II de Presidente Venceslau, interior de São Paulo. O material continha referências a ordens internas da facção, movimentações financeiras e uma suposta estrutura de lavagem de dinheiro operada através de empresas de transporte.
De acordo com a Polícia Civil, imagens e registros encontrados em aparelhos celulares apreendidos indicariam depósitos e movimentações financeiras envolvendo contas ligadas à influenciadora. As investigações apontam ainda depósitos fracionados e movimentações consideradas suspeitas pelos investigadores.
A Justiça de São Paulo autorizou o bloqueio de mais de R$ 357 milhões em bens e valores dos investigados, além da apreensão de dezenas de veículos de luxo.
Segundo o Judiciário, as prisões preventivas foram decretadas diante de indícios de participação no esquema criminoso, risco de ocultação de patrimônio, destruição de provas e continuidade das atividades ilícitas.
A defesa dos investigados ainda poderá se manifestar oficialmente ao longo do andamento do processo.
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