Notícias→Geral→Chuva de meteoro terá pico entre quinta e sexta
Chuva de meteoro terá pico entre quinta e sexta
Expectativa chega a até 25 estrelas cadentes por hora em condições favoráveis; apesar do brilho da Lua cheia, será possível acompanhar o espetáculo a olho nu, sem telescópios nem binóculos.
Por Stephani Barbará
29 de Julho de 2026 às 08:14
Uma chuva de meteoros terá seu pico na madrugada de sexta-feira (31). Em condições favoráveis, será possível observar até 25 meteoros por hora, segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
A Lua cheia deve reduzir a visibilidade dos meteoros mais fracos, mas o fenômeno ainda poderá ser observado a olho nu, sem necessidade de telescópios ou binóculos. É o que explica Marcelo De Cicco, astrônomo, membro da Sociedade Brasileira de Astronomia e coordenador do projeto comunitário Exoss, de detecção de meteoros.
O melhor horário para acompanhar a chuva é entre 1h30 e 2h da madrugada. O ideal é procurar um local escuro, longe da iluminação das cidades, e observar uma ampla faixa do céu.
Uma chuva de meteoros terá seu pico na madrugada de sexta-feira (31). Em condições favoráveis, será possível observar até 25 meteoros por hora, segundo a Agência Espacial Brasileira (AEB), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
A Lua cheia deve reduzir a visibilidade dos meteoros mais fracos, mas o fenômeno ainda poderá ser observado a olho nu, sem necessidade de telescópios ou binóculos. É o que explica Marcelo De Cicco, astrônomo, membro da Sociedade Brasileira de Astronomia e coordenador do projeto comunitário Exoss, de detecção de meteoros.
O melhor horário para acompanhar a chuva é entre 1h30 e 2h da madrugada. O ideal é procurar um local escuro, longe da iluminação das cidades, e observar uma ampla faixa do céu.
Meteoros podem atingir até 260 mil km/h
Os meteoros entram na atmosfera terrestre em velocidades que variam entre 40 mil km/h e 260 mil km/h (11 a 72 quilômetros por segundo), dependendo da trajetória em relação à Terra.
É justamente essa velocidade extrema que faz com que partículas minúsculas, muitas vezes do tamanho de um grão de areia, se aqueçam intensamente ao atravessar a atmosfera e produzam o rastro luminoso visto da superfície.
Na maioria dos casos, esse brilho dura apenas uma fração de segundo até cerca de um segundo (entre 0,2 s e 1 s). Já os meteoros excepcionalmente brilhantes — conhecidos como bólidos — ou aqueles que entram na atmosfera em um ângulo mais raso podem permanecer visíveis por vários segundos.
Quando o brilho de um meteoro supera o do planeta Vênus, ele passa a ser classificado como um bólido.
Lua cheia dificultará a observação
Embora a Lua cheia torne o céu mais claro e reduza o contraste, De Cicco afirma que ainda há boas chances de observar os meteoros mais brilhantes. Como a atividade dessas chuvas varia naturalmente, o pico pode se estender entre as madrugadas de quinta para sexta e de sexta para sábado.
"A observação de meteoros é amadora. Ela é vista a olho nu. Você precisa de uma cadeira confortável, um cobertorzinho para não passar frio, um chocolate quente e olhar para o céu", brinca o astrônomo.
A próxima grande oportunidade para observar uma chuva de meteoros será em 12 de agosto, quando ocorre o pico das Perseidas.
No Brasil, o fenômeno poderá ser visto principalmente nas regiões Norte e Nordeste. Na mesma data, também está previsto um eclipse solar total, visível em partes da Europa.
Usamos cookies essenciais para o funcionamento do site e cookies não essenciais para análise e melhorias. Você pode aceitar ou recusar o uso de cookies não essenciais.