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Macedônia terá eleição suplementar em outubro; grupos políticos ainda discutem nomes para a disputa
Rodrigo Marcomini e Vanja Sabino são cotados, enquanto grupo de Lene Marsola deve definir candidatura nesta semana
Por Samuel Leite
14 de Setembro de 2026 às 10:13
Macedônia se prepara para uma nova eleição municipal. Os eleitores do município voltarão às urnas no dia 25 de outubro para escolher prefeito e vice-prefeito em uma eleição suplementar convocada pela Justiça Eleitoral.
O cenário político, porém, ainda está em fase de definição. Nos bastidores, alguns nomes já são apontados como possíveis candidatos, mas nenhuma candidatura foi oficialmente confirmada até o momento.
Entre os nomes comentados está o do atual prefeito interino e presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Marcomini, irmão do ex-prefeito Reginaldo Marcomini, que teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral. Rodrigo assumiu interinamente o comando do Executivo após a cassação.
Outro nome que aparece nas conversas políticas é o da ex-vice-prefeita Vanja Sabino, que também teve o mandato cassado junto com Reginaldo Marcomini.
Do outro lado do cenário político, Lene Marsola é apontada como um dos nomes ligados ao grupo de oposição. Informações que circularam recentemente na imprensa regional chegaram a indicar uma possível disputa entre Rodrigo Marcomini e Lene Marsola.
Entretanto, integrantes dos grupos políticos ouvidos pela reportagem afirmam que o cenário ainda não está definido. Segundo informações obtidas nos bastidores, reuniões devem acontecer entre quarta e quinta-feira para definir os nomes que poderão representar os diferentes grupos políticos na eleição suplementar.
Também circulou a informação de que Lene Marsola e Moacir Marsola não estariam dispostos, neste momento, a disputar a eleição diante da situação financeira encontrada no município.
Outro fator apontado pelo grupo seria o atual cenário político na Câmara Municipal, onde a base ligada à atual composição do Legislativo reúne seis vereadores. Na avaliação dos integrantes do grupo, esse cenário poderia dificultar a governabilidade e a condução de uma eventual administração.
Um advogado ligado ao grupo de Marsola contestou a versão de que haveria uma definição sobre a impossibilidade de candidatura e afirmou que a situação ainda está sendo discutida pelo grupo.
A expectativa, portanto, é de que as próximas reuniões sejam decisivas para a formação do cenário eleitoral de Macedônia. A eleição suplementar foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) após a cassação dos mandatos do prefeito eleito em 2024, Reginaldo Marcomini, e da vice-prefeita, Vanja Sabino.
A decisão está relacionada a acusações de abuso de poder político e econômico. Com a cassação, o comando da Prefeitura passou interinamente ao presidente da Câmara Municipal, Rodrigo Marcomini, que permanece à frente do Executivo até a realização da nova eleição.
A disputa promete movimentar a política de Macedônia nas próximas semanas.
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